6 de julho de 2013

SURUBA NA CASA DA PRAIA(DEI PARA SOBRINHO E AMIGOS DELE)

Depois de 4 anos morando nos EUA eu estava chegando na minha Bahia pra matar a saudade da família e amigos. Na casa da minha irmã mais velha estavam todos me esperando: meus pais, minhas duas outras irmãs e vários amigos. Uma super festa com muita comida e bebida, para comemorar minha chegada e meu aniversário de 26 anos que tinha sido uma semana antes. Todos me bombardeavam com perguntas e muitas curiosidades sobre a vida na América, especialmente meu sobrinho Victor. Victor era filho desta minha irmã mais velha, tinha 18 anos, uma carinha de moleque safado e um sorriso tímido. Depois de várias latinhas de cerveja falei da minha saudade da praia, de ver os biquinis e sungas minúsculas. Todos riram muito e o Victor foi logo encontrando a solução. - Vamos passar a semana na casa de praia Tio. - Mas Victor, acabei de chegar e todos vão estar trabalhando é melhor ir no final de semana que vem.- Falei. - Tio, eu tô louco pra sair de casa, tô de férias e todo mundo ta sempre trabalhando. Vamos, você mata a saudade e a gente curte um pouco. Se você não for, vai ficar em casa mesmo sem fazer nada. Todos acharam uma boa ideia, resolvi ir na Segunda-feira pra ficar uns 8 dias e todos iriam pra lá na Sexta-feira seguinte. A noite chegou, estávamos todos um pouquinho tomados e fomos jogando colchões no chão. Tentei ficar o máximo de tempo curtindo tudo, mas estava super cansado e fui dormir num quarto que depois fui saber era do Victor. Tinha gente pelo chão, mas a cama de casal estava vazia e deitei. Estava de barriga pra cima e com a mão estendida para o lado quando acordei com um peso sobre meu braço. O Victor estava deitado, aparentemente dormindo de bruços com parte do seu corpo sobre meu braço, deixando minha mão bem abaixo da sua pica. Não sou assumido, achava que ninguém sabia sobre mim e aquele ali na cama era meu sobrinho, certamente aquilo tinha acontecido sem malícia nenhuma, este foi meu único pensamento. Tentei até puxar minha mão, mas não queria acorda-lo e talvez causar-lhe um constrangimento. Logo senti umas leves pressões do seu ventre na minha mão e seu pau começou a endurecer. Eu juro que fiquei paralisado, em estado de choque sem saber o que fazer, ele devia estar sonhando com alguma gatinha do seu colégio e pelo jeito o sonho era bem quente, seu pau ficou super duro. Ele usava uma cuequinha de lycra bem fininha o que me fazia sentir todos os contornos do seu pau, da cabeça grande, maior que o restante do cacete, até os pentelhos. Era melhor pra todo mundo que eu continuasse a fingir que dormia, esperar até ele virar para o outro lado. O Victor continuou pressionando minha mão e passei a sentir a cueca toda meladinha bem na cabeça da pica, eu não conseguia e nem queria acreditar que ele estivesse fazendo aquilo consciente. Ele era um menino e ainda por cima meu sobrinho. Me movi tentando tirar a mão, mas ele pressionou ainda mais seu corpo sobre meu braço dando uma rebolada lenta. Mexia o quadril como se fodesse bem lentamente uma boceta e assim eu percebia que aquele cacete ali não era de uma criança, era longa não muito grossa, toda retinha como um pedacinho de cano com uma cabeça avantajada. Pulsava no ritmo das batidas do meu coração. Mesmo contra minha vontade meu pau tambem se manifestava, louco pedindo um carinho que eu tentava impedir que minha mão fizesse naquele cacete gostoso dele. Tentei de todas as formas impedir meu corpo de sentir qualquer coisa, mas quase gemi de tesão quando senti seu gozo inundando a sua cueca e melando a palma da minha mão. Mesmo depois de gozar ele continuou de pau duro rebolando bem lento, fazendo seu esperma escorrer pelos meus dedos. Muito tempo depois, já com seu pau molinho, ele se virou me libertando daquele “tormento”. Não consegui dormir o restante da noite. No dia seguinte, enquanto eu tomava meu café na cozinha ele entrou cantarolando e parecendo estar muito alegre. - Bom dia galera!!! - Que alegria é essa?- Perguntou minha irmã. - Tive um sonho maravilhoso. Meu rosto queimou de vergonha e eu não consegui encara-lo. - Foi tão maneiro que parecia real. Quero sonhar desse jeito todas as noites... Eu estava pra morrer, mas tinha que olhar pra cara daquele moleque e tentar encontrar algum sinal de que ele tinha feito aquilo de propósito. Victor tinha acabado de sair do banho, estava com seus cabelos molhados, um sorriso enorme nos lábios e com uma carinha de menino-homem, anjo-diabo, inocente e safado, tudo junto. Seu rosto era realmente lindo, umas sobrancelhas grossas sobre olhos castanhos clarinhos, uma boca bem desenhada com lábios vermelhos, aparecia um ralo bigodinho típico de adolescente, e seu sorriso... Ahhh!!! Que sorriso!!! Levantou da cadeira e quase engasguei ao ver seu corpo magro com proporções perfeitas sem camisa, branquinho, peitinhos rosados, barriguinha lisinha com pelos abaixo do umbigo. Vestia uma bermuda de surfista folgadinha que deixava de fora o elástico da sua cueca vermelha, um milímetro mais pra baixo e seus pentelhos estariam a mostra. Virou para a pia e vi aquela bundinha linda na minha direção. Meu pau estava duríssimo e mesmo louco pra sair dali não poderia ficar em pé daquela maneira. Ele voltou a sentar e começamos a conversar sobre tudo um pouquinho. Aquele menino que tinha ainda na minha mente não existia mais, ali estava um rapazinho esperto, inteligente, tímido porém divertido e LINDO. O dia foi um tormento, haviam olhadas acompanhadas de amassadas na mala, sorrisos maliciosos, piscadas de olho e muitos toques da parte dele. Muitas dúvidas, muito medo e vergonha, mas acima de tudo muito tesão da minha parte. A noite o Victor me disse que dois amigos dele iriam com a gente, fiquei aliviado em saber que não estaria sozinho com ele todos estes dias. Quando falei em dormir ele me avisou que eu dormiria em seu quarto com ele novamente, um friozinho na barriga me fez pensar em uma desculpa pra sair daquela situação e quase pulo de alegria quando minha sobrinha disse que dormiria conosco. Na cama acabei ficando no meio, acho que no fundo tinha curiosidade do que poderia acontecer, tentei ficar acordado mas estava morto de sono. Acordei com o abraço do Victor me colocando numa conchinha, se aconchegando bem coladinho a mim e pressionando seu pau na minha bunda já por baixo do meu lençol. Fingi novamente que dormia, mas ele foi bem ousado naquela noite abaixando sua cueca e colocando seu pau entre minhas pernas. Gelei no momento, não imaginava que poderia chegar tão longe, na verdade ainda tinha minhas dúvidas se na noite anterior ele estava dormindo ou não. O quarto estava escuro, mas eu podia ver a silhueta da minha sobrinha a minha frente. O tempo tinha parado, o silêncio era assustador e o frio tinha se transformado numa onda de calor intenso. Ele começou a socar sua pica nas minhas coxas, tentou abaixar meu short, quando não deixei ele definitivamente soube que eu estava acordado e parou. Parecia esperar uma atitude minha e como nada fiz, ele insistiu em abaixar meu short conseguindo deixar minha bunda
exposta mas com a parte da frente ainda no lugar, colocou seu pau em contato com minha pele entre minhas pernas e voltou a bombar. Me senti um adolescente virgem sendo abusado com a deliciosa sensação do proibido e do sexo escondido. Algumas vezes ele segurou no pau e tentou direcionar em meu cu, mas eu não deixava e ele escorregava novamente para minhas coxas. Parecia muito nervoso, quando segurava minha cintura eu sentia sua mão tremer, seus movimentos tambem eram fora do ritmo, numa ânsia de bombar forte e rápido fazendo sua pica sair das minhas pernas, atingindo o elástico do meu short. Todo impaciente colocava novamente onde queria e recomeçava seu vai e vem louco. Gozou muito gemendo baixinho, era tanta porra que se eu não tivesse com o short ainda pela metade teria atingido a minha frente e até minha sobrinha. Continuou agarrado em mim sem nada dizer por um longo tempo antes de se virar, consertou meu short, me deu um beijo no pescoço e se aquietou para dormir. Mas antes de amanhecer ele voltou a gozar em minhas coxas. Me sentia culpado durante meu banho pela manhã, lavava minha bunda sentindo o escorregadio do esperma de Victor e lembrava da minha família toda reunida pra me dar boas vindas. Era assim que eu ia retribuir? Calado, distante e triste, foi como minha irmã me descreveu antes de sair pra trabalhar, eu usei o cansaço como desculpa. Meu pai e eu já estávamos terminando de arrumar na Hilux tudo que precisaríamos na casa de praia quando o Victor acordou e seus amigos chegaram. Ricardo tinha 21 anos, corpo robusto moreno, era o mais alto e mais forte, com a cara, corpo e jeito de homem feito. Uma barbinha rala completava a beleza do seu rosto e o fazia parecer sério, mas era o mais palhaço, sempre fazendo piadas de tudo. Matheus tinha 18 anos, seu corpo era como o do Victor, mas seu rosto dava a impressão de ser mais novo. Usava óculos, aparelhos nos dentes e tinha espinhas pelo rosto, era o mais feio, mais tímido e o mais ingênuo coitado. A casa da praia estava uma verdadeira bagunça. Era muita coisa pra limpar, resolvemos só arrumar o andar de baixo e colocar colchões na sala para dormir a noite. Os meninos compraram cervejas e como o Victor agia naturalmente, fiquei mais tranquilo me divertindo muito com as brincadeiras deles. A noite eu estava tão cansado que nem reclamei quando o Ricardo deitou do meu lado, o Victor do outro no colchão de casal no chão da sala e peguei no sono rápido. Não sei quanto tempo passou até quando senti mãos tentando abaixar meu short, eu no fundo já esperava, mas mais uma vez tentei impedir como tinha feito na noite anterior. A puxada seguinte foi mais firme, mais rápida e em segundos senti meu short passar pelos meus pés. Estava tudo muito escuro, mas quando senti uns dedos molhados com saliva irem direto na portinha do meu cu percebi que tinha alguma coisa diferente. Logo braços fortes me agarraram, uma barba ralou em meus pescoço me assustando e tentei levantar sendo impedido. - Psiuu!!! Espera, só quero brincar um pouquinho com você como o Victor fez ontem a noite.- Falou Ricardo. Gelei, estava indignado com o Victor, mas tambem com medo. Se Ricardo já estavam sabendo, não demoraria muito pra todos ficarem sabendo se eu não fizesse o que ele queria. Eu tinha muito pouco tempo pra tomar uma decisão se aceitaria ou não participar daquilo, pois seu cacete estava forçando a entrada do meu cu. – Vai Junior., vamos brincar um pouquinho. Os moleques aí são cabaço e tão doidos pra transar a primeira vez com você. Libera este cu pra gente, vai!! Ricardo foi me colocando de bruços e jogando seu peso sobre mim, suas pernas forçaram as minhas a se abrirem e eu já não tinha mais certeza de nada. O filho da puta mostrava ser experiente na putaria e fui me entregando ao calor daquele caralho que me cutucava. Só tinha um probleminha: faziam dois anos que eu tinha tido a última transa e quando o cacete do Ricardo ameaçou a entrar, meu cú travou. Mordi o travesseiro e empurrei ele tentando fugir. - Para porra, tá doendo...- Sussurrei para não chamar a atenção dos outros. O cara me empurrou no colchão com a mão espalmada nas minhas costas, aplicando uma grande quantidade de cuspe do meu botãozinho e meteu o dedo. - Vamos lá Juninho, libera este cu. Aceita que dói menos. O Ricardo voltou a pincelar meu rabo com a cabeça da pica e eu empinei minha bunda o mais que pude, oferecendo sem resistência e com muita vontade a porta do meu cu. Senti a cabeça do seu pau entrando devagar, arrebentando minhas pregas, implorei que ele tirasse e fui atendido. Novamente mais cuspidas e dedadas, aquele macho estava se saindo um verdadeiro especialista na arte de foder um cu. Deixei os medos e vergonhas de lado e pedi para que ele metesse, soltando uns gemidos altos quando seus pentelhos tocaram a pele da minha bunda com seu cacete todo dentro de mim. Nunca antes tinha sentido tanto prazer em dar meu rabo e antes mesmo que ele começasse a movimentar eu passei a rebolar contraindo meu cu.
 - Haaaa!!! Viu aí Junior? Agora tu ta gostando tanto que seu cu esta piscando e mordendo meu pau, né seu safado?- Falou beijando meu pescoço e lambendo minha orelha. Aos poucos ele foi me colocando de quatro, me deixando mais relaxado, causando menos dores e foi me fodendo com suas mãos percorrendo meu corpo com carícias deliciosas. Eu estava tão envolvido em somente sentir seu cacete entrando e saindo de meu cu que nem levei a sério quando ouvi o Ricardo dizendo: - Vem Victor, acende a luz e vem foder seu tiozinho. A luz da sala foi acesa imediatamente e vi o Victor pelado com seu pau duro apontando para mim. Sua pica era diferente, reta como uma barra de ferro cilíndrica e uma cabeça avermelhada lembrando
muito um cogumelo, tendo na base uma pentelhada abundante e o saco grande completando um lindo órgão masculino. Ele veio rápido para minha frente quase colocando seu cacete na minha boca. - Chupa tio, por favor chupa meu pau. Claro que eu não ia deixar de atender a um pedido do meu sobrinho querido. Deixei ele meter sua pica na minha boca e mamei tendo o cuidado de não faze-lo gozar rápido demais, afinal este estava sendo seu primeiro boquete. O bichinho tremia todo, sem controlar uma risadinha nervosa. Olhei para o colchão ao lado e vi o Matheus apertando seu pau ainda dentro da cueca, com os olhos arregalados e a boca aberta. Parecia não acreditar na cena, que devia estar muito excitante mesmo em me ver sendo fodido pelos seus amigos. Sem muita modéstia, tenho um corpo bonito com uma bunda redonda e empinada, sou branquinho sem quase pelos, rosto angelical moldurado por cabelos encaracolados castanhos e estava ali de quatro no meio de dois machos que não paravam de me foder, um indo cada vez mais fundo atacando minha garganta e o outro golpeando minha bundinha com suas bombadas fortes. Ricardo metia acelerado e então tirava a pica deixando meu cu piscar incontrolável, segurava e afastava minhas nádegas e ficava observando o efeito da sua façanha. Sem ao menos segurar seu pau para direcionar no caminho certo me invadia cú a dentro empurrando tudo e me prendendo assim momentaneamente, rebolava, começava um vai e vem lento, fazendo meu esfíncter amaciar cada centímetro da sua vara, torturando minha próstata em cada estocada firme e posicionando minhas ancas para suas investidas. Paciente e preciso me mostrava diferentes maneiras de ser fodido e de obter prazer em cada uma delas. Onde pensei que, por ser o mais velho, estaria somente sendo uma cobaia para treinamento de adolescentes virgens me deparei com um mestre disposto a me ensinar como despertar e satisfazer os desejos do corpo numa foda. Meu pau estava muito duro, eu queria tocar nele, socar uma punheta e aliviar meu tesão e foi com grande surpresa que senti as mãos do Matheus acariciando meu corpo para logo a seguir segura-lo. - Vem cá Matheus, vem meter. Acho que o Victor vai ficar ali encantado com a chupada do Titio.- Disse o Ricardo algum tempo depois. Olhei para trás para ver o Matheus tirar a cueca mostrando seu pau grosso e maior que a dos outros meninos. O Ricardo ficou um pouco de lado, abrindo minha nádega, mandando o Matheus passar cuspe no meu cu e na cabeça da pica. Eu estava louco pra ver seu rosto, ver sua expressão de prazer quando estivesse me penetrando, mas o Victor já puxava minha cabeça para voltar a mamar no seu cacete. Mesmo assim, foi muito gostoso ouvir o gemido do Matheus quando seu pau foi entrando no meu cu, se eu tivesse com minha pica na mão com certeza tinha gozado naquele instante. - Isso moleque, agora vai devagar, não rebola muito ou tu goza logo.- Era o professor Ricardo ensinando a seu entusiasmado aluno. Meu cú apesar de estar dilatado pelo caralho do Ricardo que tinha acabado de sair dele, estava tentando se acostumar com outra pica, outra textura, outro tamanho e apesar da dor que ainda teimava em incomodar o prazer era imenso. O Matheus ficou paradinho por alguns segundos depois de ter metido tudinho em mim, me abraçou forte e acomodou sua cabeça nas minhas costas. Até pensei que ele já tinha gozado, logo depois soltou um suspiro como se buscasse ar desesperadamente e foi lentamente tirando seu cacete e desta vez fui eu quem suspirou em desespero pois estava tão gostoso que eu não queria que aquela pica saísse do meu cu assim tão rápido. Mas meu garoto picudo tirou seu pau e ficou abrindo minhas nádegas, olhando meu cú piscando de tesão como seu mestre tinha feito tambem. - É uma delicia, né Têu (apelido do Matheus)? E quando a gente encontra um cu apetadinho e gostoso assim é até melhor que uma vagina.- Falava o Ricardo enquanto passava o dedo no meu rabo. Não sei onde encontraram, mas vi o Ricardo derramar óleo Johnson no meu rego e meteu seu dedo em mim, depois a pica do Matheus foi me penetrando arrancando gemidos meus. Ricardo mais uma vez me surpreendeu derramando óleo pelas minhas costas, espalhando pelo meu corpo com carícias firmes e deliciosamente eróticas, apertando os biquinhos do meu peito, dedilhando meu umbigo e até lubrificando com aquele óleo minha pica. Por alguns minutos eu fechei os olhos só pra sentir a corrente agonizante de prazer que corria por cada pedacinho do meu corpo. Quando abri os olhos o Victor estava ajoelhado a minha frente me encarando, mordendo seu lábio inferior, tocando meu rosto e por um segundo pensei que podíamos telepaticamente comparar entre nós dois todas as incríveis sensações que estávamos experimentando. Confesso que esperei por um beijo que não veio. O clima foi quebrado pelo Ricardo que quando viu que o Matheus já se virava sozinho, veio com sua pica disputar com o Victor os carinhos da minha boca. Então juntos ficaram se revesando entre minha chupada e esfregar seus cacetes na minha cara e saliva em meu rosto. O Matheus se limitava a ficar rebolando bem lentamente todo enfiado em mim, mas não largava meu pau, apertando, me masturbando, tocando cada pedacinho da minha pica. Pedi para que ele deitasse no colchão, fui sentando no seu pau e finalmente pude olhar sua carinha de prazer. Me reclinei sobre seu corpo, quase deixando nossos rostos se tocarem, fazendo minha pica esfregar na sua barriga a cada movimento meu. Peguei sua mão que pousava timidamente numa das minhas coxas e a pus de volta em meu pau, vi na sua expressão de prazer o quanto ele gostava daquilo. O Victor, que estava ao meu lado, colocou sua pica na minha boca e nossos olhares se encontraram, imediatamente percebi sua boca salivar de vontade. Usei de toda a sensualidade que tinha em mim para provoca-lo, fiz com que entre nós dois não tivesse mais que um palmo de distância, lambia a pica do Victor sem desviar do seu olhar e podia sentir sua respiração em meu rosto de tão próximo que estávamos. Era realmente delicioso ver o quanto ele estava louquinho pra fazer aquilo que eu tava fazendo, de estar chupando o pau do Victor como eu estava chupando. Não demorou muito e ele gozou mordendo de leve os lábios, com os olhos fechados e gemendo, até que voltou a me encarar e um grande sorriso de satisfação iluminou sua cara toda vermelhinha. O Ricardo que assistia a tudo acariciando meu corpo, logo se recostou na parede e me chamou: - Agora vem aqui montar no cavalinho... Olhei seu pau todo babado apontando para o alto e fui contente sentar em seu colo, sentindo sua pica ir se alojando no fundinho do meu cú e comecei minha cavalgada, tendo aquele macho arranhando meu peito com sua barba. Fui ao delírio quando ele chupou o biquinho, mas quando mordeu de leve agarrei seu cabelo e implorei que continuasse fazendo aquilo. Estávamos abraçados, frente a frente, totalmente molhados de suor, entregues numa cadencia ritmada pela ânsia de chegar ao orgasmo, completamente absortos do que acontecia ao nosso redor. O Ricardo parecia ter 10.000 mãos pois a cada segundo eu sentia suas carícias em alguma parte
diferente do meu corpo, sua boca passeava pelo meu peito e pescoço entre mordidas e lambidas, sua pica invadia e explorava as profundezas do meu reto e nós tínhamos sido transportados para uma outra dimensão... Fui trazido de volta a realidade com as mãos do Victor segurando minha cabeça metendo seu cacete mais uma vez na minha boca, o Matheus logo ao seu lado esfregava seu pau no meu pescoço e rosto. Eu sabia que o Victor não ia aguentar muito tempo, mas foi o Matheus quem gozou primeiro e meu rosto foi lavado com uma enxurrada de porra quando os dois gozaram gritando muito. Quando senti aquele creme morno em meu rosto com aquele cheirinho delicioso característico e o salgadinho da pica do Victor enfiada na minha boca para derramar as últimas gotinhas de esperma na minha garganta eu gozei. Meu corpo estremeceu como se eu estava tendo uma convulsão e meus jatos de porra se espalharam entre meu corpo e do Ricardo. - Agora é minha vez de gozar. Pula no meu cacete Junior, pula!! Mesmo cansado e totalmente esgotado por ter acabado de atingir um orgasmo como nunca tinha acontecido antes, me senti na obrigação de retribuir tanto prazer a aquele homem e rebolei como uma passista de escola de samba, cavalguei como um jockey tentando alcançar a linha de chegada em primeiro lugar e quando senti o caralho do Ricardo inchando dentro de mim atingi outro orgasmo. Desta vez diferente, a sensação era como se o gozo tivesse acontecido no interior do meu cu. Eu e
o Ricardo nos abraçamos apertado, sorrindo e suspirando, tentando normalizar nossos corpos e finalmente nos olhamos. Ricardo estava com a barbinha melecada da porra que eu tinha em meu rosto e só aí percebi (lembrei) que tínhamos nos beijado, acariciei seu rosto e nos jogamos no colchão. Ficamos os quatro arrasados, deitados no colchão, rindo, ouvindo o Ricardo gritar por muitas vezes seguidas: - Ohhh!! Foda gostosa do caralho !!!! Que delícia de cu... O Victor me abraçou e senti seu pau começar a dar sinal de vida novamente. - Eu ainda não meti, tio. Ainda sou cabaço...- Falou bem baixinho com uma voz dengosa no
meu ouvido. Levantei sorrindo, segurei sua mão e sem falar nada fomos para um dos quartos na parte de cima da casa. Tomamos um gostoso e demorado banho quente e eu fiz questão que sua primeira vez fosse inesquecível.

5 comentários:

  1. nossa a muito tempo eu nao via um conto que me exitasse tanto como esse,como eu queria poder ter esse previlegio

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  2. Adorei mesmo esse konto. muita criatividade................. parabens. vc ativaram a minha imaginaçao erotika............ obrigado....ass: Brithany aRiel Dhonny

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  3. Eu tenho um cunhado que tem uma rola de me fazer inveja . Ele bem mais novo que eu. vária vezes já tive a oportunidade de ver aquela rola gostosa . Sou louco pra acariciar sua rola linda e dar uma chupada . De vez e quando ele me convida pra ir com ele a praia ,ainda não tive a oportunidade de ir , No proximo convite nã vou desprdiçar a oportunidade.

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  4. Fico louco de tesão com estes contos.

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